O passado ainda dói, a tua ausência ainda magoa. Pego nas recordações de um passado feliz e tento perceber o porque de um final. Tento dormir mas atacas-me com recordações e saudades. Chegas do nada e invades-me o pensamento atormentando os meu sentimentos. Porque? Para que?
Partes de novo com a tua nova personalidade. E depois? Fico só com as palavras sinceras que disse, com o arrependimento de tal sinceridade. Ausentas-te por tempo indeterminado sem explicação. Partes para bem longe sem me levares contigo esquecendo tudo o que foi dito e vivido.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Saio,
Levo comigo as únicas coisas que trago.
Esqueço por momentos o que me deixa infeliz.
Percorro o caminho sem olhar para trás,
Sentindo o vento soltar-me os cabelos.
Olho o horizonte desejando alcança-lo,
Sonhando com o céu e as estrelas,
Sonhando apenas com o que não posso ter,
Pois, tudo o resto não me satisfaz.
Tudo o resto já possuo.
Recordo o toque, o cheiro.
Recordo os sons e o gosto.
Sinto palpitar-me o coração enquanto penso.
Solto o que trago e tudo se reflecte em água,
Reflexos que me caem pelo rosto.
Sinto-me fria, só.
Sinto-me incapaz e arrependida.
Chamo por algo que sei que não volta.
Felicidade simples e espontânea,
Felicidade verdadeira.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Às vezes é preciso...
"Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer. E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordeiramente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade. Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer: aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus qualquer que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que a vontade de mudar é sempre mais forte, que o destino e as circunstâncias se encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim. Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizémos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito. Somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor. Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo a baixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda-fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo. Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio, paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer." Margarida Rebelo Pinto
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem te tornaste
Tu foste e imperfeição mais que perfeita.
Foste a pessoa mais cativante, sincera e que deixava mais receio em conhecer.
A teu ver, o mundo era tão cruel, a praia tão calmante, a chuva tão refrescante, os sonhos tão genuínos e o amor tão complicado. A vida injusta.
Mas um dia, conheceste algo que tornou tudo mais simples. Passaste a andar de mão dada, numa vida que julgas ser perfeita e nem os gritos da minha voz chegaram para que me ouvisses.
Mudaste. Mudaste para algo que não consigo suportar.
Julgas-te feliz…
Julgas que podes tudo o que desejas, que podes ser muito para além dos sonhos.
Julgas que nada te derruba e não entendes que já estás a ser derrubado. Mas a vida assim é perfeita…
Com a tua companheira é fácil esquecer os medos, aguentar a dor, nunca desfalecer…
Mas um dia, quando quiseres que ela vá, um dia quando já não quiseres que ela faça parte de ti, ela não vai querer partir. E aquele sonho em que viveste, vai tornar-se no teu maior pesadelo, na tua mais terrível dor.
E ai, espero que não te lembres de mim, pois nessa altura não vou querer viver no teu inferno. Afundaste-te aos poucos sem perceber.
Sem perceberes que te amava. Amei-te enquanto vivias com ela. Enquanto eras feliz e fingias que não me vias.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Desabafo
Hoje pensei em ti. Pensei verdadeiramente em ti.
Recordei-me do pouco que se passou e do quanto isso me atormentou. Recordei-me da tua imagem, do teu olhar, da tua voz, do teu toque. . . Confesso. . .Senti saudade de um abraço apertado, duma simples caricia tua, do teu gosto e dos teus beijos.
Tanta coisa que não te disse. Tanta coisa que ficou perdida no meio do medo, do receio, naquele momento tão curto. . .Tanta vontade de te dizer, mas medo de não ouvir a resposta desejada. De ver a ironia estampada no teu rosto. . .
Quando senti uma atração por ti, quantas esperanças eu tive. . . Aquele nosso primeiro beijo, aquele primeiro toque. . .Daquele momento que apesar de pequeno mexeu comigo. Fizeste-me sentir confiança nos teus braços, desejo nos teus beijos e ternura no teu carinho. Quantas noites eu passei na esperança de ter uma resposta para o que acontceu, de uma explicação. Em vão. . . Não faz parte de ti dar respostas(...)
Quantas noites passei sem saber o que fazer, o que desejar. A pensar no que te ia no pensamento. A encontrar as respostas que não me davas. Talvez não saibas. Para ti não foi assim. . .
Nada traduz o que senti naquele momento, a vontade de ficar, a tentação de te conquistar. Em vão. . . És a pessoa certa na hora errada e a pessoa errada na hora certa. (...)
Sou obrigada a admitir que caí em tentação e que não resisti á tua maneira de ser, mas agora, agora que tudo aconteceu sinto-me arrependida(...)
Adorei a pessoa que eras naquele dia. Eras diferente. . . O carinho e a confiança que transmitiste. Não me sinto arrependida pelo que aconteceu, mas sim por quando aconteceu. (...)Talvez nunca me digas se para ti foi uma aventura. . . Talvez nunca saiba. . . Talvez nem tu procures saber.
Ficam as perguntas sem resposta.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
minha calma
Fase menos boa
Hoje, como custumo fazer habitualmente quando me sinto em baixo, parti para uma caminhada para um local que me traz algum conforto e calma. Quando avançava, caminhando com o cuidado de afastar as ervas altas do meu corpo, ia pensando como seria a minha vida se tivesse tomado outras decisões que não as mesmas que me arrastaram para aquilo que sou hoje. Embora soubesse que de nada vale pensar no passado, e muito menos pensar nas escolhas que fizemos, insisti.
Talvez fosse tudo melhor, ou talvez pior. E se tivesse perdoado mais uma vez o meu grande amor?
Finalmente cheguei. . . Como sempre, fechei os olhos, inspirei o ar fresco e finalmente abri-os. A sensação era a mesma de sempre. Puro conforto. O vento vinha e batia levemente no meu rosto sacudindo os meus cabelos em várias direções. Pestanejei para confirmar o que via.
Os campos verdejantes, as árvores altas e de todas as formas, as casas entre a longa paisagem. Mas apenas isto não chegava. Para me transmitir calma e tranquilidade era necessário juntar a esta maravilhosa vista um cheiro e som da natureza. O canto dos pássaros, o som do vento e o cheiro dos campos, não tornavam esta paisagem perfeita mas tornavam-na encantadora.
Sorri. Embora estivesse sozinha, fi-lo espontaneamente. O vento tinha levado com ele a minha angústia e a minha tristeza. Mas havia uma coisa que o vento nunca levava. A solidão. Por momento esquecia-me que estava só, mas logo que caminhasse novamente em direcção a casa lembrar-me-ia novamente. Assim aconteceu. Após permanecer ali sentada alguns minutos, decidi ir para casa. O sol já não era radiante e o vento já era frio.
Já no meu quarto, deitada sobre a cama, decidi reflectir na vida. Para que esforçar-me para estar com alguem se esse alguem n retribui o meu esforço e o meu carinho?
Saudades de ser criança...
Talvez fosse tudo melhor, ou talvez pior. E se tivesse perdoado mais uma vez o meu grande amor?
Finalmente cheguei. . . Como sempre, fechei os olhos, inspirei o ar fresco e finalmente abri-os. A sensação era a mesma de sempre. Puro conforto. O vento vinha e batia levemente no meu rosto sacudindo os meus cabelos em várias direções. Pestanejei para confirmar o que via.
Os campos verdejantes, as árvores altas e de todas as formas, as casas entre a longa paisagem. Mas apenas isto não chegava. Para me transmitir calma e tranquilidade era necessário juntar a esta maravilhosa vista um cheiro e som da natureza. O canto dos pássaros, o som do vento e o cheiro dos campos, não tornavam esta paisagem perfeita mas tornavam-na encantadora.
Sorri. Embora estivesse sozinha, fi-lo espontaneamente. O vento tinha levado com ele a minha angústia e a minha tristeza. Mas havia uma coisa que o vento nunca levava. A solidão. Por momento esquecia-me que estava só, mas logo que caminhasse novamente em direcção a casa lembrar-me-ia novamente. Assim aconteceu. Após permanecer ali sentada alguns minutos, decidi ir para casa. O sol já não era radiante e o vento já era frio.
Já no meu quarto, deitada sobre a cama, decidi reflectir na vida. Para que esforçar-me para estar com alguem se esse alguem n retribui o meu esforço e o meu carinho?
Saudades de ser criança...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Antigo amor
Hoje, depois de ter pedido um tempo ao meu actual namorado, decidi mandar uma mesagem via hi5 ao meu ex.
Muito sinceramente, e sem me gabar, posso afirmar que tenho o namorado que qualquer rapariga poderia desejar. Ele é lindo, amoroso, compreensivo, simpático, dedicado, atencioso, tem um corpo de meter inveja entre outras coisas. Tenho tudo o que quero dele e agradeço-lhe por isso. Sei que como ele é dificil encontrar.
Mas a verdade é que dava tudo para ter o meu primeiro amor.
Fisicamente, embora eu não concorde, todos dizem que não é nada de especial. Mas para mim era o suficiente. Hoje, tenho tudo o que quero de um namorado perfeito e apenas aquele que não tinha nada, me fazia realmente feliz. Foi com ele que perdi a minha virgindade, foi com ele que amei pela primeira e única vez. Foi por ele que sofri, foi por ele que chorei e que ainda choro. E já passaram sete meses desde que acabamos. Sempre julguei que aquele amor era para sempre.
Mas nem sempre os sonhos correm como planeamos. O meu, apesar de muito desejado nunca chegou a ser concretizado. Tentei tudo. Perdoei algumas mentiras, erros e tapei os olhos algumas vezes. Sempre a pensar na minha felicidade e na dele. Mas as suas indecisões nunca deixaram que passássemos dum ano e dois meses. Fico triste, pois ainda hoje sinto falta de muitos momentos. Sei que fiz tudo por esse amor e ainda hoje fazia muito. Mas acho que já não vale a pena. Um amor não é alimentado só com sacrifícios de uma das partes.
Sei que o nosso namoro não voltou a dar porque também não me esforcei. Conheci o meu actual namorado e deixei-me levar. Acabei por ter relações com ele e o meu ex nunca suportou isso. Sei que talvez no seu lugar também não suportaria, mas eu precisava de amor, carinho, conforto. E ele estava longe. Mas a distância não era problema…era temporária. O problema é que eu já tinha dado tanto pelo namoro e ele só tinha feito asneira, que sentia a necessidade de mudar…
Mas ainda hoje, já passado algum tempo, ainda sinto falta dos momentos com ele. Por isso hoje mandei-lhe este texto:
“Tudo começou á quase dois anos...altura em k eu ainda n sabia o k era amar e sofrer por amor...
Conheci-te naquela escola...um rapaz banal...
Fomos falando...
No dia 29 de Setembro, sábado, dia dos meus anos, encontrei te por acaso na império romano. Falamos, ofereci-te um pouco do meu bolo. Apresentei te amigas, e a tua timidez foi desaparecendo. Curtimos a noite de maneiras diferentes. Na escola fomos falando sem segundas intenções. Éramos o que éramos e não mudávamos nada um ao pé do outro. Passou-se quase um mês... um mês de desabafos, um mês de brincadeiras, conversas, risos, "troca de gloss"...
Até ao dia k havia uma festa na minha terra...convidei te, e por acaso ou destino, tiveste que ficar a dormir em minha casa.
Falamos, e a despedida foi longa...
Mas tudo normal.
Na segunda rimos do nosso fim-de-semana. Na terça, á hora de almoço, quando já tinha tocado para a entrada, aconteceu algo espontâneo e sincero. O primeiro beijo de muitos... fugi ao assunto...até que não deu mais...começamos a namorar no sábado dia 20 de Novembro...passei das noites mais invejadas, dos momentos mais queridos...
Era oficialmente a tua primeira namorada e tu o primeiro a roubar o que nunca dei a ninguém...
Um mês depois, passei a primeira noite contigo...a nossa primeira passagem de ano juntos...pedi o desejo de ficar contigo por muito tempo...
Tudo corria como planeado...aos pouco ia-te dando o que já não conseguia guardar para mim. A 12 de Janeiro de 2008 fizemos pela primeira vez amor. Lembro me perfeitamente de tudo...as palavras, do teu rosto...e desde ai nunca consegui esquecer aquele momento.
Fizemos planos juntos, resolvemos problemas...comemoramos as melhores datas juntos...
O fim das aulas chegou para ti...saibamos que nos esperavam três longas semanas afastados...mas não por completo...
Mas para ti três semanas era muito...a minha ausência foi tanta que decidiste acabar...decidiste deitar tudo a perder por uma antiga paixão...deixei de fazer papel de tua namorada para fazer de amiga. Apoiei-te...chorei com a tua escolha, com o teu abandono...passei por cima dos meus princípios para te ver feliz...não deu e decidiste voltar...apesar de já não ter tanta vontade, reconheci que valia a pena tentar por todos os momentos que passei a teu lado.
Apostei de novo na nossa relação...em ti, em nós...
E como ninguém fizeste me feliz, fizeste me sentir única. Dei-te tudo o que pude dar. Dei tudo o que merecias e o que não merecias...
Esforcei me para passar mais tempo a teu lado. Para que passasses de ano...
Chegou o verão e tinhas de te ausentar por um mes...passar algum tempo com os teus pais...esforcei me para poder ir contigo...após varias tentativas falhadas finalmente ouvi um sim...passamos umas férias juntos...experimentamos coisas lindas, passeamos, rimos etc. á noite sozinhos a doideira vinha...
: P
Voltamos e nada poderia correr melhor...sei que muitos tinham inveja e tentaram de tudo para acabar com a nossa relação.
Nos nossos anos, planei te uma festa surpresa... planos k não resultaram... as aulas já tinham começado...e escuso de dizer k aconteceu...
As mentiras iam chegando, a falta de confiança...
As tentativas para que tudo resultasse...tantas vezes que eu tapei os olhos...as flores que me trouxeste no natal para me pedir perdão e que eu recusei...apesar de tudo passamos a passagem de ano juntos...cheia de promessas...e pedi novamente o mesmo desejo...a teu lado...juntamente com o primeiro beijo do ano...
No dia seguinte tinhas de passar uns dias em casa da tua avó...o receio era muito...
E não voltaste igual...chorei, sofri...amei e odiei...
Apesar de tanto tempo depois, ainda hoje tudo magoa...e sei bem porque.tou me a lixar se mostras tudo o que escrevi e se vais sair com isto para te gabar...é verdade...admito. ainda hoje penso em ti...ainda hoje sinto a tua falta...depois de tudo ainda tentei...e tu?
Lutei apesar de tudo...ouvi por ti as palavras k mais me custaram...as frases mais dolorosas...tive provas de que te amei com sinceridade.
Sei que mudaste...sei que já não és o mesmo...
Mas não acredito que tenhas perdido os sentimentos...não acredito que tenhas esquecido tudo...
Não acredito que tenhas ficado indiferente a tudo...
Porque me mandas SMS queridos num dia e no outro me tratas de forma arrogante?
É orgulho. Como tantas outras vezes. É ódio, raiva?
Só quero que me expliques...por favor...suplico-te.
Obrigado por me teres feito sentir tão feliz...desculpa não te ter desculpado uma última vez...mas não era só eu que tinha de fazer por nós...obrigado por teres ficado comigo e não com a tua família.
Desculpa se te fiz sofrer. Desculpa por te ter mudado.
Desculpo te por me teres abandonado quando mais precisei de ti...
Desculpo-te por todos os dias que me deixaste sem apetite, sem dormir...a chorar.
Não esqueço nada do que aconteceu...das tentativas que fiz...do vídeo com as nossas fotos, da SMS para todo o pessoal, e das tantas outras provas...senti que não era a minha vez de tentar...
Um beijinho bem grande...vou ter saudades”
Dentro de um mês vai para a suíça e não voltaremos a falar. Tenho pena que tudo tenha acabado como acabou. Mudou bastante desde que acabamos e embora não fale muito com ele, sinto que já não é o mesmo. Sei que anda com más companhias, sei que fuma cenas e isso desilude-me um bocado. Esperava isso de muita gente, menos dele.
Um bocado desiludida =(
Muito sinceramente, e sem me gabar, posso afirmar que tenho o namorado que qualquer rapariga poderia desejar. Ele é lindo, amoroso, compreensivo, simpático, dedicado, atencioso, tem um corpo de meter inveja entre outras coisas. Tenho tudo o que quero dele e agradeço-lhe por isso. Sei que como ele é dificil encontrar.
Mas a verdade é que dava tudo para ter o meu primeiro amor.
Fisicamente, embora eu não concorde, todos dizem que não é nada de especial. Mas para mim era o suficiente. Hoje, tenho tudo o que quero de um namorado perfeito e apenas aquele que não tinha nada, me fazia realmente feliz. Foi com ele que perdi a minha virgindade, foi com ele que amei pela primeira e única vez. Foi por ele que sofri, foi por ele que chorei e que ainda choro. E já passaram sete meses desde que acabamos. Sempre julguei que aquele amor era para sempre.
Mas nem sempre os sonhos correm como planeamos. O meu, apesar de muito desejado nunca chegou a ser concretizado. Tentei tudo. Perdoei algumas mentiras, erros e tapei os olhos algumas vezes. Sempre a pensar na minha felicidade e na dele. Mas as suas indecisões nunca deixaram que passássemos dum ano e dois meses. Fico triste, pois ainda hoje sinto falta de muitos momentos. Sei que fiz tudo por esse amor e ainda hoje fazia muito. Mas acho que já não vale a pena. Um amor não é alimentado só com sacrifícios de uma das partes.
Sei que o nosso namoro não voltou a dar porque também não me esforcei. Conheci o meu actual namorado e deixei-me levar. Acabei por ter relações com ele e o meu ex nunca suportou isso. Sei que talvez no seu lugar também não suportaria, mas eu precisava de amor, carinho, conforto. E ele estava longe. Mas a distância não era problema…era temporária. O problema é que eu já tinha dado tanto pelo namoro e ele só tinha feito asneira, que sentia a necessidade de mudar…
Mas ainda hoje, já passado algum tempo, ainda sinto falta dos momentos com ele. Por isso hoje mandei-lhe este texto:
“Tudo começou á quase dois anos...altura em k eu ainda n sabia o k era amar e sofrer por amor...
Conheci-te naquela escola...um rapaz banal...
Fomos falando...
No dia 29 de Setembro, sábado, dia dos meus anos, encontrei te por acaso na império romano. Falamos, ofereci-te um pouco do meu bolo. Apresentei te amigas, e a tua timidez foi desaparecendo. Curtimos a noite de maneiras diferentes. Na escola fomos falando sem segundas intenções. Éramos o que éramos e não mudávamos nada um ao pé do outro. Passou-se quase um mês... um mês de desabafos, um mês de brincadeiras, conversas, risos, "troca de gloss"...
Até ao dia k havia uma festa na minha terra...convidei te, e por acaso ou destino, tiveste que ficar a dormir em minha casa.
Falamos, e a despedida foi longa...
Mas tudo normal.
Na segunda rimos do nosso fim-de-semana. Na terça, á hora de almoço, quando já tinha tocado para a entrada, aconteceu algo espontâneo e sincero. O primeiro beijo de muitos... fugi ao assunto...até que não deu mais...começamos a namorar no sábado dia 20 de Novembro...passei das noites mais invejadas, dos momentos mais queridos...
Era oficialmente a tua primeira namorada e tu o primeiro a roubar o que nunca dei a ninguém...
Um mês depois, passei a primeira noite contigo...a nossa primeira passagem de ano juntos...pedi o desejo de ficar contigo por muito tempo...
Tudo corria como planeado...aos pouco ia-te dando o que já não conseguia guardar para mim. A 12 de Janeiro de 2008 fizemos pela primeira vez amor. Lembro me perfeitamente de tudo...as palavras, do teu rosto...e desde ai nunca consegui esquecer aquele momento.
Fizemos planos juntos, resolvemos problemas...comemoramos as melhores datas juntos...
O fim das aulas chegou para ti...saibamos que nos esperavam três longas semanas afastados...mas não por completo...
Mas para ti três semanas era muito...a minha ausência foi tanta que decidiste acabar...decidiste deitar tudo a perder por uma antiga paixão...deixei de fazer papel de tua namorada para fazer de amiga. Apoiei-te...chorei com a tua escolha, com o teu abandono...passei por cima dos meus princípios para te ver feliz...não deu e decidiste voltar...apesar de já não ter tanta vontade, reconheci que valia a pena tentar por todos os momentos que passei a teu lado.
Apostei de novo na nossa relação...em ti, em nós...
E como ninguém fizeste me feliz, fizeste me sentir única. Dei-te tudo o que pude dar. Dei tudo o que merecias e o que não merecias...
Esforcei me para passar mais tempo a teu lado. Para que passasses de ano...
Chegou o verão e tinhas de te ausentar por um mes...passar algum tempo com os teus pais...esforcei me para poder ir contigo...após varias tentativas falhadas finalmente ouvi um sim...passamos umas férias juntos...experimentamos coisas lindas, passeamos, rimos etc. á noite sozinhos a doideira vinha...
: P
Voltamos e nada poderia correr melhor...sei que muitos tinham inveja e tentaram de tudo para acabar com a nossa relação.
Nos nossos anos, planei te uma festa surpresa... planos k não resultaram... as aulas já tinham começado...e escuso de dizer k aconteceu...
As mentiras iam chegando, a falta de confiança...
As tentativas para que tudo resultasse...tantas vezes que eu tapei os olhos...as flores que me trouxeste no natal para me pedir perdão e que eu recusei...apesar de tudo passamos a passagem de ano juntos...cheia de promessas...e pedi novamente o mesmo desejo...a teu lado...juntamente com o primeiro beijo do ano...
No dia seguinte tinhas de passar uns dias em casa da tua avó...o receio era muito...
E não voltaste igual...chorei, sofri...amei e odiei...
Apesar de tanto tempo depois, ainda hoje tudo magoa...e sei bem porque.tou me a lixar se mostras tudo o que escrevi e se vais sair com isto para te gabar...é verdade...admito. ainda hoje penso em ti...ainda hoje sinto a tua falta...depois de tudo ainda tentei...e tu?
Lutei apesar de tudo...ouvi por ti as palavras k mais me custaram...as frases mais dolorosas...tive provas de que te amei com sinceridade.
Sei que mudaste...sei que já não és o mesmo...
Mas não acredito que tenhas perdido os sentimentos...não acredito que tenhas esquecido tudo...
Não acredito que tenhas ficado indiferente a tudo...
Porque me mandas SMS queridos num dia e no outro me tratas de forma arrogante?
É orgulho. Como tantas outras vezes. É ódio, raiva?
Só quero que me expliques...por favor...suplico-te.
Obrigado por me teres feito sentir tão feliz...desculpa não te ter desculpado uma última vez...mas não era só eu que tinha de fazer por nós...obrigado por teres ficado comigo e não com a tua família.
Desculpa se te fiz sofrer. Desculpa por te ter mudado.
Desculpo te por me teres abandonado quando mais precisei de ti...
Desculpo-te por todos os dias que me deixaste sem apetite, sem dormir...a chorar.
Não esqueço nada do que aconteceu...das tentativas que fiz...do vídeo com as nossas fotos, da SMS para todo o pessoal, e das tantas outras provas...senti que não era a minha vez de tentar...
Um beijinho bem grande...vou ter saudades”
Dentro de um mês vai para a suíça e não voltaremos a falar. Tenho pena que tudo tenha acabado como acabou. Mudou bastante desde que acabamos e embora não fale muito com ele, sinto que já não é o mesmo. Sei que anda com más companhias, sei que fuma cenas e isso desilude-me um bocado. Esperava isso de muita gente, menos dele.
Um bocado desiludida =(
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